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Jacqueline Lamba e Frida Kahlo (Foto: Divulgação) 

Enquanto uma guerra eclodia na Europa mulheres inspiradas suspiravam suas artes pelas mãos de Frida Kahlo, a grande inspiração feminista e surrealista da época.
Com um misto de sonhos, folclore, sentimentos e extrema realidade, essas mulheres transbordaram a sua arte e inspiraram o México e o mundo.



  1- Jacqueline Lamba: Conhecida pela sua personalidade ardente e forte, sua obra transbordava o eu da artista, sendo diferenciada, forte e única.


  2-  Remedios Varo:   Ela foi forçada a exilar-se da capital francesa durante a ocupação nazista da França e mudou-se para a Cidade do México em fins de 1941. Embora ela considerasse o México como um refúgio temporário, o país acabou por tornar-se sua residência definitiva inspirando muitas de suas obras e personalidade de suas pinturas



   3-   Maria Izquierdo: considerada pelo  pintor mexicano Diego Rivera, a artista com uma das personalidades mais atraentes do panorama artístico da época e da Academia, chamando-a de “um valor seguro; seguro y concreto”. Suas obras são conhecidas pela intensidade de suas cores
                       
Artista mexicana multifacetada completaria no ultimo dia seis 109 anos


A mulher que deixava as suas dores, desgostos, feridas, cicatrizes escondidos por debaixo do vestido colorido, enterrado nas flores que enfeitavam sua cabeça, e na sobrancelha que estampava a imagem forte de artista, de simplesmente Frida.

Muito além de sua imagem, suas pinturas mágicas, encantavam e brincava com o que para muitos era surrealismo mas como a própria dizia era apenas retratos de sua realidade.

La Columna 1944

Nem a poliomielite, uma coluna fraturada adquirida com apenas 18 anos em um acidente, e tão pouco a impossibilidade de ter filhos calou a sua intensidade e emponderamento.  Militou no partido comunista, e muitas de suas pinturas possuíam a nítida influencia marxista, expondo seus pontos de vista de forma autentica, subjetiva e singular.

A frente do seu tempo, ela não se limitava a seu casamento (Com o muralista Diego Riviera) mantinha sua liberdade possuindo relações com homens e mulheres, escolheu manter seu casamento, embora cheio defeitos, devido o amor irremediável que sentia por Riviera

Frida e Diego

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A presença feminina em suas obras, e seu total rompimento com os padrões estéticos impostos pela sociedade de sua época tornou Frida o principal símbolo feminista, a imortalizando até os dias de hoje.




Bem mais que uma pintora, seu dom de transformar as tragédias de sua vida em beleza, arte e renovação, a tornaram a mais pura representação de toda mulher que não permite que a dor e os desgostos da vida calem suas bocas, a personificação da força, da persistência e da natureza feminina.