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Imagem do Site Folha Vitoria

Neste dia 28 de setembro de 2016 o ciclone tropical batizado de furacão Matthew atingiu a Jamaica, Cuba, República Dominicana, Bahamas e especialmente o Haiti onde mais 1000 mortes foram atribuídas a tempestade, mais o cômputo final deve ser muito mais devastador.

Matthew também atingiu ao longo de toda costa leste dos EUA, nos estados da Flórida, Georgia, Carolina do Sul e do norte no entanto, se tornou os dos mais letais dos furacões no Atlântico desde do Stan, em 2005, que matou mais de 1.600 pessoas na América Central e no México.
Imagem do G1


Unicef calcula que cerca 1,3 milhões de haitianos foram afetados pelo furacão, que passou por Tiburon com ventos de até 230km/hr e chuvas torrenciais. Diversas cidades sofreram danos alarmante em larga escala, deixando dezena de milhares de pessoas sem moradia e deixando muitas outras com 80% de suas plantações em regiões agrícolas.

A única ponte que ligava o sul ao centro do Haiti foi destruída, prejudicando os trabalhos de ajuda à população, e aumentando ainda mais a situação do país ainda se recuperando dos efeitos devastadores do terremoto de 2010. Foram organizados programas de ajuda internacionais no Haiti para o envio de alimentos, água, medicamentos e equipes de emergência.

Dinheiro também foi enviado na última segunda-feira, dia 10 de outubro, onde a colombiana Shakira fez doação no valor de 15 milhões de dolares (48 milhões de reais) para auxiliar após a destruição causada pelo Matthew. A doação foi feita através da fundação ALAS que supervisiona a reconstrução da ilha.

Imagem do site ego


No mesmo mesmo ano do terremoto a cantora também ajudou o país, doando 1,5 milhões para reconstruir a escola Elie Dubois, na capital de Porto Príncipe e participou da campanha que revertia os lucros para a recuperação do país. O velocista Usain Bolt, que marcou presença nas Olimpíadas do Rio de Janeiro nesse mesmo ano de 2016 também fez uma doação de 10 milhões de dolares ( 32 milhões de reais).

Imagem: reprodução/internet

Um grupo de freiras superam na forma de resgatar vítimas do tráfico de mulheres e crianças. Elas se infiltram em bordeis fingindo ser prostitutas e tentam ajudar mulheres que sejam mantidas à força nesses locais.


Nossas heroínas também utilizam do dinheiro a favor da liberdade infantil. Elas "compram" as crianças que são vendidas pelos pais como escravas. Existem casas especificas preparadas para receber as crianças resgatadas aqui no Brasil, na África, nas Filipinas e na Índia.


Reprodução/Talitha Kum


A organização tem o nome de Talitha Kum, Rede Internacional da Vida Consagrada contra o Tráfico de Pessoas.


Reprodução/Talitha Kum

A instituição age em 80 países diferentes e conta com cerca de 1100 de mulheres. Elas explicam que cerca de 73 milhões de pessoas (cerca de 1% da população) são traficadas de alguma forma no mundo. Desse número, 70% são mulheres.

Reprodução/Internet

John Studzinski, banqueiro e diretor da entidade, disse que as irmãs não confiam em ninguém. Elas não confiam nos governos, não confiam em corporações, e não confiam na polícia local. Em alguns casos, elas não podem confiar nem no clero masculino.


Vale muito a pena conhecer o trabalho delas. O tráfico de mulheres não recebe o devido valor das autoridades. Ainda enxergam como garotas que escolheram ser putas e se divertem vivendo ao lado de bandidos que as maltratam e exploram em quanto acham vantajoso.


Esperamos que o trabalho realizada pelas freiras sirva como modelo e inspiração para que um dia não tenhamos mais que temer o trafico humano.
   


Oi pessoal. Tudo bem com vocês? Querem que fique melhor? Então vieram ao lugar certo.

O post de hoje será um dos queridinhos dos fãs da representativa, pelo menos eu me senti super representada. Quem não se sentiria? Como lançamento da coluna "Mulheres que amamos", trago para você uma lista com cinco lindas desse planeta que aproveitam seu tempo para melhorar nosso mundinho.

Sejam famosas ou não, essas manas possuem muito o que falar e fazer. Eu as tenho como algumas de minhas inspirações. Suas atitudes e escolhas de como se posicionar perante a sociedade servem para nos ensinar sobre lutas, sejam em âmbito pessoal e/ou através da união. As descrições que fiz sobre cada uma podem ser curtas, mas de forma alguma diminuem a grandeza de suas existências.

Vamos as apresentações?

  • Catharina Dória

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Fonte/Internet
Catharina Doria é uma estudante que, com apenas 17 anos, decidiu trocar sua viagem de formatura para poder usar o dinheiro na criação de um novo aplicativo, chamado “Sai Pra Lá”. A intenção dele é mapear casos de assédios nas ruas. O app facilita a denúncia, divulga os lugares em que há esse tipo de ocorrência e intimida os agressores.

  • Amandla Stenberg

Fonte/Time
A atriz é inspiradora não só pelo trabalho que faz, como também por seu posicionamento contra o racismo na Internet, manifestando-se contra a apropriação cultural e o estereótipo da “mulher negra raivosa”. Nesse vídeo, MARAVILHOSO, podemos ver como o posicionamento da Amandla é importante nas lutas que ela representa. Ela também entrou para a lista dos “100 Adolescentes Mais Influentes do Ano” (de 2015) da Revista Time e está envolvida com a “Partilhe nossa Força”, organização que luta para acabar com a fome infantil nos Estados Unidos.

  • Kaol Porfírio

Fonte/Twitter
 Kaol é ilustradora, desenvolvedora de jogos, gamer e criadora da maravilhosa série “Fight Like a Girl” (“Lute Como Uma Garota”), que destaca guerreiras inspiradoras de games, filmes, séries e também da vida real. A ideia até original uma coleção de camisetas que é vendida em parceria com a Toda Frida, pra você ajudar a passar a mensagem pra frente e mostrar que lutar como uma garota é motivo de orgulho!


  • Camila Pitanga


Fonte/Internet
A atriz brasileira foi a primeira personalidade das Américas a receber o título de embaixadora da ONU Mulheres. Ao entrar no site ONU Mulheres, encontramos as seguintes realizações dela: "diretora geral da ONG Movimento Humanos Direitos, onde se dedica contra o trabalho escravo, abusos contra crianças e adolescentes e na promoção de direitos de jovens negros, quilombolas, povos indígenas e meio ambiente; foi conselheira da WWF e apoiadora de campanhas da Anistia Internacional “Jovem Negro Vivo – #EuMeImporto”; do Greenpeace contra o desmatamento; do MhuD contra a prostituição infantil e contra a terceirização do trabalho", e essas são só algumas de suas realizações. Que mulher!

  • Gabourey Sidibe

   


Gabourey é uma atriz norte-americana que atua na serie "Empire", onde protagonizou uma cena de sexo explícito ao lado do ator Mo McRae. Por causa disso, ela sofreu ataques nas redes sociais por conta de seu físico, negro e gordo. Ela não se abalou e ainda inspirou a hashtag #MyFatSexStory (Minha Grande História de Sexo, no trocadilho em inglês), onde usuárias e usuários reagiam contra a gordofobia.

Ficaram fã que eu sei! Mas não acabou por aqui, eu trarei muitas outras mulheres para amarmos. Obviamente, como somos um blog que colabora e recebe colaborações, queremos que tragam suas inspirações aqui pra gente. Eu sempre fico feliz quando conheço mais ações representativas, o poder delas sempre nos trará mais e mais exemplos como os dessas mulheres.

Espero que vocês gostem de ler tanto quando gostei de escrever e que o exemplo delas entre em seus corações e não sai mais!
(Logo do projeto Love it Forward List)
Você conhece o projeto 'Love it Forward List'? Ele foi criado pela brasileira Carolina Areas e tem uma função maravilhosa. A ideia consiste em uma pequena lista de pessoas dispostas a ajudar alguém que esteja passando por algum momento difícil através de cartas/cartões.

“Quando fico sabendo de alguém que está passando por um momento difícil, eu aciono esta lista de pessoas e todo mundo manda uma lembrança, o que puder. Neste mundo em que se digita mais do que se escreve, o poder de um envelope recheado de palavras amorosas é incrível. Imagina, então, quando são vários?! Um cartão, uma carta, um poema, um desenho, uma foto, uma lembrança… É tão fácil doar amor!” , explica Carol em entrevista ao site Follow the Colours.

Como exemplos de pessoas que receberam o carinho dos membros desse projeto, posso citar uma menininha de 4 anos que perdeu a irmã mais velha. A lista foi acionada e ela recebeu várias coisas: cartinhas, brinquedos, desenhos de outras crianças, um anjinho de decoração. Também houve um caso no Rio, em que a mãe da Carol (que faz parte da lista) soube de uma pessoa que estava com depressão, então ela foi até o prédio dessa pessoa e deixou de presente uma caixa com brigadeiros e um cartão. Se você for como eu, já deve ter imaginado quanta alegria, esperança e amizade não devem sair dessa emocionante iniciativa. 

Como funciona?
Toda vez que a Carol é notificada sobre alguém passando por algum problema, ela aciona a lista e as pessoas podem enviar seus presentes. E pode enviar o que quiser: carta, brinquedo, flores, doces, ou seja, aquilo que você sentir que levará alguma alegria para a pessoa. Não é necessário enviar toda a vez que for notificado, apenas se e quando quiser. Dica legal que peguei no site Another Girl, Another Planet: se for enviar cartinha, o correio tem uma opção muito econômica chamada carta social (clique aqui para saber como funciona).

Nós do Projeto Elas Por Elas já estamos participando. Quer participar também? Muito simples, envie um email com o titulo #LoveitForwardlist para loveitforwardlist@gmail.com e pronto. Chame seus amigos e ajude a espalhar essa ideia maravilhosa por aí!